domingo, setembro 25, 2011

ATENÇÃO: lembre de colocar o seu nome e turma junto à resposta.

Conforme nossas discussões sobre desigualdade em sala de aula leiam a música a seguir e respondam as perguntas:

  1.  A música de Chico Science tem como tema a desigualdade presente na vida urbana, pensando nisso, apontem quais elementos presentes nesta obra relacionam a desigualdade com mundo moderno
  2. A música trata de fenômenos como urbanização e industrialização, que como vimos podem ser fatores favoráveis ao aparecimento de desigualdades, principalmente a econômica e social,o que nos leva a pensar na cidade como a grande geradora das desigualdades, mas será que a desigualdade surgiu juntamente com a cidade? Pensando nisso escreva se você considera que a desigualdade está diretamente relacionada com o aparecimento/crescimento das cidades e como que estas estão relacionadas?



A Cidade - Chico Science

O sol nasce e ilumina
As pedras evoluídas
Que cresceram com a força
De pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam
Vigiando as pessoas
Não importa se são ruins
Nem importa se são boas
E a cidade se apresenta
Centro das ambições
Para mendigos ou ricos
E outras armações
Coletivos, automóveis,
Motos e metrôs
Trabalhadores, patrões,
Policiais, camelôs
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade se encontra
Prostituída
Por aqueles que a usaram
Em busca de uma saída
Ilusora de pessoas
De outros lugares,
A cidade e sua fama
Vai além dos mares
E no meio da esperteza
Internacional
A cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
Eu vou fazer uma embolada,
Um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado
Bom pra mim e bom pra tu
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus
Num dia de sol, recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.
16:35 Licenciatura-UFV
ATENÇÃO: lembre de colocar o seu nome e turma junto à resposta.

Conforme nossas discussões sobre desigualdade em sala de aula leiam a música a seguir e respondam as perguntas:

  1.  A música de Chico Science tem como tema a desigualdade presente na vida urbana, pensando nisso, apontem quais elementos presentes nesta obra relacionam a desigualdade com mundo moderno
  2. A música trata de fenômenos como urbanização e industrialização, que como vimos podem ser fatores favoráveis ao aparecimento de desigualdades, principalmente a econômica e social,o que nos leva a pensar na cidade como a grande geradora das desigualdades, mas será que a desigualdade surgiu juntamente com a cidade? Pensando nisso escreva se você considera que a desigualdade está diretamente relacionada com o aparecimento/crescimento das cidades e como que estas estão relacionadas?



A Cidade - Chico Science

O sol nasce e ilumina
As pedras evoluídas
Que cresceram com a força
De pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam
Vigiando as pessoas
Não importa se são ruins
Nem importa se são boas
E a cidade se apresenta
Centro das ambições
Para mendigos ou ricos
E outras armações
Coletivos, automóveis,
Motos e metrôs
Trabalhadores, patrões,
Policiais, camelôs
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade se encontra
Prostituída
Por aqueles que a usaram
Em busca de uma saída
Ilusora de pessoas
De outros lugares,
A cidade e sua fama
Vai além dos mares
E no meio da esperteza
Internacional
A cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
A cidade não pára
A cidade só cresce
O de cima sobe
E o de baixo desce
Eu vou fazer uma embolada,
Um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado
Bom pra mim e bom pra tu
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus
Num dia de sol, recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.

quinta-feira, agosto 11, 2011

O trabalho é uma categoria chave para enteder as relações sociais, quando falamos em trabalho logo assimilamos a idéia de uma sociedade dividida em classes, com uma complexa divisão social do trabalho. No sistema de produção atual, a saber, o capitalismo, essa categoria é, infelizmente, valorizada a partir de seu status econômico definido socialmente.
Nessas sociedades altamente complexas, a sociedade se divide em classes que não compartilham das mesmas condições de viver o mundo, dessa forma alguns individuos dentro da sociedade acabam sendo prejudicados e explorados. É nesse contexto que surge o conceito de greve, uma palavra de origem francesa grève, referente ao Place de Grève em Paris, a margem do rio Sena, local onde trabalhadores e desempregados realizavam reuniões insatisfeitos com as condições de trabalho - podemos pensar com isso, que esse momento de ruptura na "solidariedade orgânica", momento em que essas relaçoes entram em atrito, quando os  trabalhadores (nunca conformados, porem estagnados) em determinados contextos se sentem mais prejudicados e porvocam um desajuste na  interação social  empregrado X patrão - No Brasil, o movimento grevista tem inicio em 1917 com a greve geral, causada por reinvindicações por melhores condições de trabalho.
A greve é um dispositivo democrático assegurado pelo artigo 9º da Constituição federal Brasileira de 1988.

"Art. 9º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. § 1º A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. § 2º Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei."


A greve dos trabalhadores da educação teve inicio no dia 8 de junho de 2011, reinvidicando o projeto de lei 11.738/08, que visa instituir o piso salarial profissional nacional do professor, porém o governo se nega a abrir negociações, assim, em uma assembléia realizada nesta terça-feira, dia nove, onde sete mil pessoas estiveram presentes, foi deliberado pela permanência da greve por tempo indeterminado.
O governo, em uma postura "fura-greve", além de se recusar a negociar com a classe dos professores, anunciou a contratação de professores substitutos para o terceiro ano do ensino médio.

Enquanto isso, no primeiro dia de fevereiro deste ano entrou em vigor o novo salário dos parlamentares, aprovados por eles mesmos, na ultima assembléia de 2010, sem necessidade de greve alguma. O aumento foi de 61,83% nos salários dos próprios parlamentares, de 133,96% no valor do vencimento do presidente da República e de 148,63% no salário do vice-presidente e dos ministros de Estado.





10:40 Licenciatura-UFV
O trabalho é uma categoria chave para enteder as relações sociais, quando falamos em trabalho logo assimilamos a idéia de uma sociedade dividida em classes, com uma complexa divisão social do trabalho. No sistema de produção atual, a saber, o capitalismo, essa categoria é, infelizmente, valorizada a partir de seu status econômico definido socialmente.
Nessas sociedades altamente complexas, a sociedade se divide em classes que não compartilham das mesmas condições de viver o mundo, dessa forma alguns individuos dentro da sociedade acabam sendo prejudicados e explorados. É nesse contexto que surge o conceito de greve, uma palavra de origem francesa grève, referente ao Place de Grève em Paris, a margem do rio Sena, local onde trabalhadores e desempregados realizavam reuniões insatisfeitos com as condições de trabalho - podemos pensar com isso, que esse momento de ruptura na "solidariedade orgânica", momento em que essas relaçoes entram em atrito, quando os  trabalhadores (nunca conformados, porem estagnados) em determinados contextos se sentem mais prejudicados e porvocam um desajuste na  interação social  empregrado X patrão - No Brasil, o movimento grevista tem inicio em 1917 com a greve geral, causada por reinvindicações por melhores condições de trabalho.
A greve é um dispositivo democrático assegurado pelo artigo 9º da Constituição federal Brasileira de 1988.

"Art. 9º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. § 1º A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. § 2º Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei."


A greve dos trabalhadores da educação teve inicio no dia 8 de junho de 2011, reinvidicando o projeto de lei 11.738/08, que visa instituir o piso salarial profissional nacional do professor, porém o governo se nega a abrir negociações, assim, em uma assembléia realizada nesta terça-feira, dia nove, onde sete mil pessoas estiveram presentes, foi deliberado pela permanência da greve por tempo indeterminado.
O governo, em uma postura "fura-greve", além de se recusar a negociar com a classe dos professores, anunciou a contratação de professores substitutos para o terceiro ano do ensino médio.

Enquanto isso, no primeiro dia de fevereiro deste ano entrou em vigor o novo salário dos parlamentares, aprovados por eles mesmos, na ultima assembléia de 2010, sem necessidade de greve alguma. O aumento foi de 61,83% nos salários dos próprios parlamentares, de 133,96% no valor do vencimento do presidente da República e de 148,63% no salário do vice-presidente e dos ministros de Estado.





quarta-feira, julho 06, 2011

Entrevista publicada em 06/07/11 no Portal do Professor do Ministério da Educação:

"Uma equipe de 16 estudantes do curso de licenciatura em ciências sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV) atua, desde março de 2010, em duas escolas públicas daquele município da Zona da Mata mineira. A participação deles está ajudando professores não formados na área a consolidar a disciplina de sociologia na educação básica, já que as escolas de Viçosa não contam com professores de sociologia formados em ciências sociais. Sua atuação ocorre nos três anos do ensino médio das escolas estaduais Effie Rolfs e Raimundo Alves Torres (Esedrat), sob a coordenação do professor Diogo Tourino de Sousa, da UFV.
A estudante Mariana de Lima Campos, integrante do 6º semestre de ciências sociais, conta que o programa tem incentivado os alunos do curso a optarem pela licenciatura, associando pesquisa e ensino na construção de novas técnicas de abordagem da disciplina, bem como no desenvolvimento e elaboração de material didático. “Antes do programa, era quase consensual nos cursos universitários que os “bons alunos” fossem direcionados para o bacharelado, com a finalidade de atuarem em pesquisas, trilhando um caminho futuro na pós-graduação, sendo que aos demais, considerados “maus alunos”, restava a docência”, analisa Mariana.
Ela explica que uma das metas do programa é a busca por novas estratégias de abordagem da sociologia em sala de aula, fugindo da tradicional aula expositiva. Segundo ela, a equipe tem liberdade para pensar, discutir, criar, oferecer propostas aos professores supervisores dos dois colégios, bem como de aplicar inovações na prática de ensino. A percepção geral do grupo sobre o andamento das aulas apontou a necessidade do uso de outras metodologias de ensino, com o objetivo de envolver um maior número de estudantes. “Foi assim que pensamos na elaboração de um jogo de tabuleiro”, relata a universitária.
Originalmente pensado como uma forma de reverter a apatia de alguns alunos da Esedrat, durante as aulas de revisão do bimestre, o jogo foi confeccionado de maneira artesanal numa cartolina, tendo como ponto de partida o “mundo antigo”, representado graficamente por um castelo medieval, e como ponto de chegada o “mundo moderno”, representado por uma grande cidade. Antes de cada jogada, os participantes organizados em duplas ou trios, deveriam lançar o dado. Assim iam avançando, passando por casas e etapas representando as conquistas, problemas e desafios do mundo moderno, como as invenções científicas, a transformação das relações, os impactos ambientais, a favelização, entre outros. No percurso existiam casas com perguntas sobre os autores discutidos nas aulas de sociologia e, caso os alunos acertassem as respostas, teriam direito a jogar o dado novamente.
Como os resultados foram muito positivos, com um grande envolvimento dos alunos, a equipe de professores resolveu ampliar a experiência, elaborando outros jogos para serem adotados em outras turmas do projeto. “De forma geral, os estudantes conseguiram esclarecer o conteúdo ministrado no bimestre de maneira lúdica, sem sentir a aula como monótona”, diz Mariana.
Ela salienta que, no início do programa, os bolsistas não tiveram uma boa impressão, nem do modo como os alunos recebiam as aulas de sociologia, nem do modo como a disciplina era trabalhada nas escolas. “Parecia que a disciplina não tinha uma abordagem científica”, avalia. Em sua opinião, os estudantes e os professores de outras disciplinas tendiam a ver a sociologia como o espaço do “achismo”, lugar da opinião sem ciência.
“Logo constatamos que se tratava de uma etapa da própria consolidação”, destaca Mariana. “Percebemos que o trabalho da equipe começou a surtir efeito, despertando a atenção dos alunos, seu envolvimento, sua familiaridade com os bolsistas”, adianta a futura professora. E isso, no seu entender, mostra como o ensino de sociologia tem um futuro promissor, a partir do momento em que universidades, escolas, estudantes e professores forem capazes de construir redes de troca de experiências e materiais didáticos. “Uma de nossas tentativas nesse processo tem sido a manutenção de um blog da licenciatura em sociologia na UFV, canal onde relatamos o trabalho desenvolvido.
Os universitários são bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC)."

(Fátima Schenini - Jornal do Professor/ MEC)
<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=1777>

O trabalho com "Jogos de Tabuleiro" para o ensino de Sociologia foi desenvolvido pelos bolsistas Arthur Fontgaland, Isabelle Araújo e William Alberto juntamente com as turmas do 2º ano do Ensino Médio, como vimos em nosso post de maio desse ano.
O PIBID de Sociologia da UFV é composto atualmente pelos bolsistas:
Ana Paula Guedes Henrique
Arthur Arantes Souza
Arthur Fontgaland Gomes
Belisa Lamas Gaudereto
Henrique Augusto Torres Simplício
Isabelle de Araújo Lima e Souza
Karine do Rosário Reis Almeida
Maria Tereza Ribas Sabará
Mariana de Lima Campos
Mariane Silva Reghim
Patrícia Machado Gomes
Phelipe Rodrigo de Oliveira Pinto
Rachel Dornelas de Azevedo Fernandes
Tatiele Aparecida Tensol
William Tome Alberto

23:32 Licenciatura-UFV
Entrevista publicada em 06/07/11 no Portal do Professor do Ministério da Educação:

"Uma equipe de 16 estudantes do curso de licenciatura em ciências sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV) atua, desde março de 2010, em duas escolas públicas daquele município da Zona da Mata mineira. A participação deles está ajudando professores não formados na área a consolidar a disciplina de sociologia na educação básica, já que as escolas de Viçosa não contam com professores de sociologia formados em ciências sociais. Sua atuação ocorre nos três anos do ensino médio das escolas estaduais Effie Rolfs e Raimundo Alves Torres (Esedrat), sob a coordenação do professor Diogo Tourino de Sousa, da UFV.
A estudante Mariana de Lima Campos, integrante do 6º semestre de ciências sociais, conta que o programa tem incentivado os alunos do curso a optarem pela licenciatura, associando pesquisa e ensino na construção de novas técnicas de abordagem da disciplina, bem como no desenvolvimento e elaboração de material didático. “Antes do programa, era quase consensual nos cursos universitários que os “bons alunos” fossem direcionados para o bacharelado, com a finalidade de atuarem em pesquisas, trilhando um caminho futuro na pós-graduação, sendo que aos demais, considerados “maus alunos”, restava a docência”, analisa Mariana.
Ela explica que uma das metas do programa é a busca por novas estratégias de abordagem da sociologia em sala de aula, fugindo da tradicional aula expositiva. Segundo ela, a equipe tem liberdade para pensar, discutir, criar, oferecer propostas aos professores supervisores dos dois colégios, bem como de aplicar inovações na prática de ensino. A percepção geral do grupo sobre o andamento das aulas apontou a necessidade do uso de outras metodologias de ensino, com o objetivo de envolver um maior número de estudantes. “Foi assim que pensamos na elaboração de um jogo de tabuleiro”, relata a universitária.
Originalmente pensado como uma forma de reverter a apatia de alguns alunos da Esedrat, durante as aulas de revisão do bimestre, o jogo foi confeccionado de maneira artesanal numa cartolina, tendo como ponto de partida o “mundo antigo”, representado graficamente por um castelo medieval, e como ponto de chegada o “mundo moderno”, representado por uma grande cidade. Antes de cada jogada, os participantes organizados em duplas ou trios, deveriam lançar o dado. Assim iam avançando, passando por casas e etapas representando as conquistas, problemas e desafios do mundo moderno, como as invenções científicas, a transformação das relações, os impactos ambientais, a favelização, entre outros. No percurso existiam casas com perguntas sobre os autores discutidos nas aulas de sociologia e, caso os alunos acertassem as respostas, teriam direito a jogar o dado novamente.
Como os resultados foram muito positivos, com um grande envolvimento dos alunos, a equipe de professores resolveu ampliar a experiência, elaborando outros jogos para serem adotados em outras turmas do projeto. “De forma geral, os estudantes conseguiram esclarecer o conteúdo ministrado no bimestre de maneira lúdica, sem sentir a aula como monótona”, diz Mariana.
Ela salienta que, no início do programa, os bolsistas não tiveram uma boa impressão, nem do modo como os alunos recebiam as aulas de sociologia, nem do modo como a disciplina era trabalhada nas escolas. “Parecia que a disciplina não tinha uma abordagem científica”, avalia. Em sua opinião, os estudantes e os professores de outras disciplinas tendiam a ver a sociologia como o espaço do “achismo”, lugar da opinião sem ciência.
“Logo constatamos que se tratava de uma etapa da própria consolidação”, destaca Mariana. “Percebemos que o trabalho da equipe começou a surtir efeito, despertando a atenção dos alunos, seu envolvimento, sua familiaridade com os bolsistas”, adianta a futura professora. E isso, no seu entender, mostra como o ensino de sociologia tem um futuro promissor, a partir do momento em que universidades, escolas, estudantes e professores forem capazes de construir redes de troca de experiências e materiais didáticos. “Uma de nossas tentativas nesse processo tem sido a manutenção de um blog da licenciatura em sociologia na UFV, canal onde relatamos o trabalho desenvolvido.
Os universitários são bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC)."

(Fátima Schenini - Jornal do Professor/ MEC)
<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=1777>

O trabalho com "Jogos de Tabuleiro" para o ensino de Sociologia foi desenvolvido pelos bolsistas Arthur Fontgaland, Isabelle Araújo e William Alberto juntamente com as turmas do 2º ano do Ensino Médio, como vimos em nosso post de maio desse ano.
O PIBID de Sociologia da UFV é composto atualmente pelos bolsistas:
Ana Paula Guedes Henrique
Arthur Arantes Souza
Arthur Fontgaland Gomes
Belisa Lamas Gaudereto
Henrique Augusto Torres Simplício
Isabelle de Araújo Lima e Souza
Karine do Rosário Reis Almeida
Maria Tereza Ribas Sabará
Mariana de Lima Campos
Mariane Silva Reghim
Patrícia Machado Gomes
Phelipe Rodrigo de Oliveira Pinto
Rachel Dornelas de Azevedo Fernandes
Tatiele Aparecida Tensol
William Tome Alberto

terça-feira, junho 21, 2011


Durante o final do segundo bimestre, os bolsistas responsáveis pelas turmas de 3°ano do ESEDRAT - Escola Estadual Dr. Raimundo Alves Torres, em Viçosa - MG, ministraram aulas de revisão do conteúdo relacionado ao tema Gênero trabalhando durante o bimestre.

Cada bolsista é responsável por acompanhar o trabalho da professora em 2 turmas durante todo o ano, bem como, participar durante a realização e elaboração das atividades/conteúdo dados em sala. Como as turmas já estavam acostumadas com o trabalho de cada bolsista em suas respectivas salas, pensamos em como elaborar uma aula diferente, com o intuito de fazer com que os alunos assimilassem da melhor forma possível as informações necessárias sobre o tema. Assim, levando em consideração a proposta do PIBID de contribuir para o aperfeiçoamento da prática pedagógica visando uma melhor adequação do conteúdo da Sociologia ministrado em sala de aula, sugerimos à professora responsável pela disciplina, uma aula sob nossa responsabilidade.

A aula que preparamos continha uma revisão da matéria, com exemplos do cotidiano dos estudantes sobre a construção sócio - cultural do gênero, sexualidade, discriminação/desigualdade e foi ministrada em todas as turmas de 3º ano pelos 3 bolsistas.

Normalmente o que vemos é apenas um professor lidando com a sua turma e por tal fato, ficamos, a princípio, em dúvida se a nossa opção de entrar em sala e dar uma aula em trio iria ter uma boa aceitação.

Entretanto, experiência de ter três professores em sala foi bem sucedida. Tivemos a oportunidade de constatar principalmente, o interesse e estímulo de estudantes que na maioria das vezes, não participavam das aulas ou não demonstravam interesse pela matéria.

Certas vezes, ao participar da realidade escolar, lidamos com pequenas dificuldades em sala, próprias da profissão docente, porém, ao dialogar com outras turmas durante essas aulas, podemos constatar como é possível atrair a atenção dos estudantes se usarmos formas de abordagens diferentes e que cada turma tem sua própria característica, incluindo dificuldades e formas de aprendizagem específicas. Como a aula foi dada por três pessoas distintas, com percepções e formas diferentes de transmitir o mesmo tema e conteúdo, percebemos que os estudantes conseguiram absorver com qualidade as informações que tentamos repassar. O mais interessante é que as dúvidas que surgiram puderam ser sanadas com três tipos de explicações e exemplos diferentes, além de propiciar aulas mais dialogadas entre os professores e a turma.

Experiências como esta, podem parecer pequenas e simples, mas permite de forma eficaz que o licenciando em formação entre, aos poucos, em contato com a prática docente, possibilitando que obtenham mais segurança a cada dia e estejam preparados para lidar com a realidade das aulas no ensino médio, permitindo ao mesmo tempo, uma melhor qualificação como futuro professor.

00:32 Licenciatura-UFV

Durante o final do segundo bimestre, os bolsistas responsáveis pelas turmas de 3°ano do ESEDRAT - Escola Estadual Dr. Raimundo Alves Torres, em Viçosa - MG, ministraram aulas de revisão do conteúdo relacionado ao tema Gênero trabalhando durante o bimestre.

Cada bolsista é responsável por acompanhar o trabalho da professora em 2 turmas durante todo o ano, bem como, participar durante a realização e elaboração das atividades/conteúdo dados em sala. Como as turmas já estavam acostumadas com o trabalho de cada bolsista em suas respectivas salas, pensamos em como elaborar uma aula diferente, com o intuito de fazer com que os alunos assimilassem da melhor forma possível as informações necessárias sobre o tema. Assim, levando em consideração a proposta do PIBID de contribuir para o aperfeiçoamento da prática pedagógica visando uma melhor adequação do conteúdo da Sociologia ministrado em sala de aula, sugerimos à professora responsável pela disciplina, uma aula sob nossa responsabilidade.

A aula que preparamos continha uma revisão da matéria, com exemplos do cotidiano dos estudantes sobre a construção sócio - cultural do gênero, sexualidade, discriminação/desigualdade e foi ministrada em todas as turmas de 3º ano pelos 3 bolsistas.

Normalmente o que vemos é apenas um professor lidando com a sua turma e por tal fato, ficamos, a princípio, em dúvida se a nossa opção de entrar em sala e dar uma aula em trio iria ter uma boa aceitação.

Entretanto, experiência de ter três professores em sala foi bem sucedida. Tivemos a oportunidade de constatar principalmente, o interesse e estímulo de estudantes que na maioria das vezes, não participavam das aulas ou não demonstravam interesse pela matéria.

Certas vezes, ao participar da realidade escolar, lidamos com pequenas dificuldades em sala, próprias da profissão docente, porém, ao dialogar com outras turmas durante essas aulas, podemos constatar como é possível atrair a atenção dos estudantes se usarmos formas de abordagens diferentes e que cada turma tem sua própria característica, incluindo dificuldades e formas de aprendizagem específicas. Como a aula foi dada por três pessoas distintas, com percepções e formas diferentes de transmitir o mesmo tema e conteúdo, percebemos que os estudantes conseguiram absorver com qualidade as informações que tentamos repassar. O mais interessante é que as dúvidas que surgiram puderam ser sanadas com três tipos de explicações e exemplos diferentes, além de propiciar aulas mais dialogadas entre os professores e a turma.

Experiências como esta, podem parecer pequenas e simples, mas permite de forma eficaz que o licenciando em formação entre, aos poucos, em contato com a prática docente, possibilitando que obtenham mais segurança a cada dia e estejam preparados para lidar com a realidade das aulas no ensino médio, permitindo ao mesmo tempo, uma melhor qualificação como futuro professor.

sexta-feira, maio 27, 2011

Com o intuito de auxiliar no processo de ensino-aprendizagem as bolsistas do PIBID/Sociologia, juntamente com os alunos do primeiro ano da Escola Estadual Dr. Raimundo Alves Torres separados em grupos com quatro componentes cada, realizou uma aula sobre Fenômenos Sociais utilizando músicas.

A atividade transcorreu de maneira descontraída e satisfatória, os alunos divididos em grupos com quatro pessoas fizeram pesquisas de músicas que falassem de algum tipo de "fenômeno social", estas músicas eles apresentaram de várias formas: através de mídias, cantando ou recitando. Além disso, cada grupo teve que identificar os fenômenos sociais das músicas que os colegas apresentaram.

As músicas, em grande parte era "funk" e "rap" e falavam sobre criminalidade. A maioria dos alunos já conheciam algumas letras apresentadas pelos colegas a cantaram junto. Eles adoraram a dinâmica e foi uma maneira deles assimilarem mais facilmente o conceito apresentado. Os bolsistas também levaram algumas músicas onde os fenômenos sociológicos estivessem presentes, de forma a conduzir um debate sobre o temas tratados nas letras.

O objetivo da atividade foi aproximar os alunos da disciplina de Sociologia, demonstrando como os "fenômenos sociais" estão próximo do seu cotidiano e são objeto de estudo dessa ciência, ainda nova para os alunos da 1ª série do Ensino Médio.

Vale ressaltar que antes da atividade, os bolsistas juntamente com os professores supervisores apresentaram o conceito de fenômenos sociais, procurando atentar para a diferenciação entre "fenômeno social" e "problema social".
Os alunos da E.E.Dr. Raimundo Alves Torres, apresentando as músicas de sua escolha para os colegas
20:29 Licenciatura-UFV
Com o intuito de auxiliar no processo de ensino-aprendizagem as bolsistas do PIBID/Sociologia, juntamente com os alunos do primeiro ano da Escola Estadual Dr. Raimundo Alves Torres separados em grupos com quatro componentes cada, realizou uma aula sobre Fenômenos Sociais utilizando músicas.

A atividade transcorreu de maneira descontraída e satisfatória, os alunos divididos em grupos com quatro pessoas fizeram pesquisas de músicas que falassem de algum tipo de "fenômeno social", estas músicas eles apresentaram de várias formas: através de mídias, cantando ou recitando. Além disso, cada grupo teve que identificar os fenômenos sociais das músicas que os colegas apresentaram.

As músicas, em grande parte era "funk" e "rap" e falavam sobre criminalidade. A maioria dos alunos já conheciam algumas letras apresentadas pelos colegas a cantaram junto. Eles adoraram a dinâmica e foi uma maneira deles assimilarem mais facilmente o conceito apresentado. Os bolsistas também levaram algumas músicas onde os fenômenos sociológicos estivessem presentes, de forma a conduzir um debate sobre o temas tratados nas letras.

O objetivo da atividade foi aproximar os alunos da disciplina de Sociologia, demonstrando como os "fenômenos sociais" estão próximo do seu cotidiano e são objeto de estudo dessa ciência, ainda nova para os alunos da 1ª série do Ensino Médio.

Vale ressaltar que antes da atividade, os bolsistas juntamente com os professores supervisores apresentaram o conceito de fenômenos sociais, procurando atentar para a diferenciação entre "fenômeno social" e "problema social".
Os alunos da E.E.Dr. Raimundo Alves Torres, apresentando as músicas de sua escolha para os colegas

sexta-feira, maio 13, 2011

A pesquisa “O tradicional e  o moderno: Viçosa sob um olhar sociológico”, que está sendo realizada com os alunos do 2º ano da Escola Estadual Effie Rolfs tem como objetivo proporcionar que os alunos consigam perceber a existência da Sociologia nos fatos corriqueiros do dia a dia e relacioná-los às teorias sociológicas que estamos estudando em sala de aula.
Para isso as turmas foram divididas em grupos de aproximadamente cinco alunos. Cada grupo escolheu um tema que achavam mais interessantes, dentre esses podemos citar: Transporte Público; Criminalidade; Drogas; Mulher na Vida Pública; Educação; Urbanização.
Nessa primeira fase da pesquisa os alunos escolheram a metodologia, tema e o justificaram. Alguns grupos optaram por fazer documentários, outros por entrevistas e tiveram ainda os que irão fazer uma pesquisa fotográfica.
Agora no 2º bimestre será feito muito mais! Mais encontros serão realizados, afim de melhor orientar os alunos acerca de referencias, técnicas de pesquisas e orientações com cada grupo em particular, para que o trabalho saia cada vez melhor para que ao final do ano, os estudantes possam apresentar e divulgar seus trabalhos na escola!




15:17 Licenciatura-UFV
A pesquisa “O tradicional e  o moderno: Viçosa sob um olhar sociológico”, que está sendo realizada com os alunos do 2º ano da Escola Estadual Effie Rolfs tem como objetivo proporcionar que os alunos consigam perceber a existência da Sociologia nos fatos corriqueiros do dia a dia e relacioná-los às teorias sociológicas que estamos estudando em sala de aula.
Para isso as turmas foram divididas em grupos de aproximadamente cinco alunos. Cada grupo escolheu um tema que achavam mais interessantes, dentre esses podemos citar: Transporte Público; Criminalidade; Drogas; Mulher na Vida Pública; Educação; Urbanização.
Nessa primeira fase da pesquisa os alunos escolheram a metodologia, tema e o justificaram. Alguns grupos optaram por fazer documentários, outros por entrevistas e tiveram ainda os que irão fazer uma pesquisa fotográfica.
Agora no 2º bimestre será feito muito mais! Mais encontros serão realizados, afim de melhor orientar os alunos acerca de referencias, técnicas de pesquisas e orientações com cada grupo em particular, para que o trabalho saia cada vez melhor para que ao final do ano, os estudantes possam apresentar e divulgar seus trabalhos na escola!




terça-feira, maio 10, 2011


A Escola Estadual Dr. Raimundo Torres realizou durante os dias 27 a 30 de Abril de 2011 a Semana de Literatura. O objetivo desse evento foi trabalhar a Literatura de forma interdisciplinar. Dessa forma todas as disciplinas deveriam desenvolver seus conteúdos através de uma abordagem literária, apresentando assim os trabalhos finais dos estudantes ao longo dfda semana.
Para tanto os bolsistas do 2º ano do PIBID, juntamente com a professora supervisora, elaboraram uma atividade que objetivou demonstrar aos estudantes como alguns textos literários, como os contos de Lima Barreto, podem fazer uma análise sociológica da realidade. 

 Assim esse trabalho contou com duas etapas. A primeira foi realizada em sala de aula a partir de leituras de contos previamente selecionados pelos bolsistas. A segunda ocorreu de forma extraclasse, na qual alguns representantes dos grupos se disponibilizaram para fazer a arte dos painéis a partir dos contos. Assim os jovens estudantes ilustraram com figuras de jornais, revista e da internet o que havia de sociológico nos texto literários lidos em sala de aula.

O resultado foi uma construção imagética dos aspectos da vida social que Lima Barreto narrou nos contos “O domingo”, “O rico mendigo” e “O pecado” através da análise dos estudantes. Essa atividade pôde demonstrar, portanto, como a literatura realista brasileira teve como pano de fundo o desenrolar político e social da época partindo da realidade para tomar forma, ou seja, através de um exercício de reflexão sociológica.
08:49 Licenciatura-UFV

A Escola Estadual Dr. Raimundo Torres realizou durante os dias 27 a 30 de Abril de 2011 a Semana de Literatura. O objetivo desse evento foi trabalhar a Literatura de forma interdisciplinar. Dessa forma todas as disciplinas deveriam desenvolver seus conteúdos através de uma abordagem literária, apresentando assim os trabalhos finais dos estudantes ao longo dfda semana.
Para tanto os bolsistas do 2º ano do PIBID, juntamente com a professora supervisora, elaboraram uma atividade que objetivou demonstrar aos estudantes como alguns textos literários, como os contos de Lima Barreto, podem fazer uma análise sociológica da realidade. 

 Assim esse trabalho contou com duas etapas. A primeira foi realizada em sala de aula a partir de leituras de contos previamente selecionados pelos bolsistas. A segunda ocorreu de forma extraclasse, na qual alguns representantes dos grupos se disponibilizaram para fazer a arte dos painéis a partir dos contos. Assim os jovens estudantes ilustraram com figuras de jornais, revista e da internet o que havia de sociológico nos texto literários lidos em sala de aula.

O resultado foi uma construção imagética dos aspectos da vida social que Lima Barreto narrou nos contos “O domingo”, “O rico mendigo” e “O pecado” através da análise dos estudantes. Essa atividade pôde demonstrar, portanto, como a literatura realista brasileira teve como pano de fundo o desenrolar político e social da época partindo da realidade para tomar forma, ou seja, através de um exercício de reflexão sociológica.